Rodoviária de Osasco mudará de endereço em Junho

novo terminal rodoviário de OsascoAté o final do mês que vem, a rodoviária de Osasco deverá começar a operar em outro local da cidade. Desta vez, as plataformas de embarque e desembarque serão transferidas para o Km 21, na divisa com a cidade de Carapicuíba. No local funcionará um terminal intermunicipal de passageiros, ainda a ser inaugurado pela prefeitura paulista. Com a mudança, os passageiros terão de deixar a região central, próxima a estação Osasco da CPTM para poder embarcar. O novo complexo rodoviário que deve começar a operar em junho irá atender diversas linhas urbanas de todas as cidades da região metropolitana de São Paulo, integrando o projeto de construção do corredor de ônibus que liga a região de Itapevi a Butantã.

Também fazem parte do plano o trecho do corredor do Km 21 até Vila Yara, em Osasco, construção que querer intervenção financeira do governo – já que o maior impasse se dá no alto valor das desapropriações de área que serão necessárias para a construção da avenida. Localizada ao lado da estação Miguel Costa da CPTM, a nova rodoviária de Osasco irá beneficiar diretamente os passageiros de Carapicuíba, justamente porque o terminal rodoviário irá integral rotas intermunicipais de diversos bairros da cidade, como Aldeia, Vila Dirce, Cohab e outros. A obra teve início no segundo semestre de 2014 com supervisão da EMTU (Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos), em parceria com prefeituras de Osasco, Carapicuíba e Jandira.

Em Carapicuíba, também haverá a inauguração de um novo complexo rodoviário com integração de linhas do CPTM e do METRO, esse localizado no centro da cidade. O Corredor Oeste, principal ligação entre as cidades beneficiadas pelos serviços do terminal, passa por Itapevi, Jandira, Barueri, Carapicuíba, Osasco e Butantã. O principal objetivo da obra que está prestes a ser inaugurado é garantir maior mobilidade aos usuários do transporte público da cidade.

Usuários aprovam reforma do Terminal Rodoviário de Teresina

Reforma rodoviária de TeresinaMais da metade dos usuários entrevistados por uma pesquisa de satisfação garantem se sentir seguros e aprovam a infraestrutura das novas instalações da rodoviária de Teresina. O Terminal Rodoviário Lucídio Portela passou por uma reforma recentemente e agora esta avaliando a satisfação de seus usuários, através de um estudo desenvolvido pela Sociedade Nacional de Apoio Rodoviário e Turístico (Sinart). A pesquisa serviu para avaliar os sanitários, o estacionamento e outros aspectos gerais do terminal rodoviário de Teresina. A conclusão foi que 79% dos entrevistados consideram a limpeza muito boa, boa ou regular. 57% e 56% acham a segurança e a comunicação visual e sinalizações boas, boas ou regulares, respectivamente.

Já nos sanitários, pelo menos metade dos entrevistados aprovou a limpeza do local. O estacionamento também recebeu boa avaliação dos entrevistados, sendo que 38% deles apontaram o local como seguro, outros 60% aprovaram a limpeza do estacionamento e 67% destacaram outros itens como sendo positivo nesta reforma. De todos os entrevistados, 34,75% afirmaram ir ao terminal anualmente. Com destino intermunicipal, foram entrevistados 209 usuários, sendo que 27,27% também passam pelo local uma vez ao ano, enquanto 21/05% vão ao terminal a cada três meses. Do montante, 191 usuários de linhas interestaduais foram ouvidos pela pesquisa. Destes, o índice de embarque anual é maior, 42,93% segundo a pesquisa, enquanto que 21,99% vão semestralmente.

A pesquisa também serviu para ouvir reivindicações e melhorias por parte dos passageiros. A maioria deles disse que gostaria de contar com mais segurança. Somaram 16,99% os que gostariam que a rodoviária tivesse uma agência bancária/caixa eletrônico e posto médico em suas instalações. O sinal wi-fi gratuito também apareceu como um dos itens de melhorias para o terminal rodoviário. Foram entrevistado 400 passageiros nos turnos da manhã, tarde e noite, que embarcavam em Teresina com destinos intermunicipal ou interestadual. Também foram entrevistados passageiros que desembarcaram na capital, egressos de outros municípios ou estados, entre os dias 10 e 12 de março.

Rodoviária de Apucarana integra linhas do transporte urbano

ponto de ônibusTrês linhas do transporte coletivo da cidade de Apucarana foram integradas ao Terminal Rodoviário Interestadual João Batista Boscardin Filho. Graças a uma parceria com a prefeitura e a empresa responsável pelas linhas urbanas da cidade, a viação Apucarana, a rodoviária passa a receber linhas do transporte urbano as linhas “Vila Reis, Jaçanã e Sumatra” nas plataformas 1 e 2 do terminal para embarque e desembarque. Antes da parceria ser firmada, os passageiros utilizavam o serviço através de pontos, sem cobertura. A utilização da rodoviária interestadual como ponto de apoio ao terminal urbano faz parte do Plano Municipal de Mobilidade Urbana.

A ideia é iniciar o projeto com as três linhas de acesso, e a partir das operações da nova empresa licitada, é integrar novas linhas urbanas dentro das plataformas de paradas rápidas oferecidas pelo terminal rodoviário – exemplo da circular para o distrito de São Pedro do Taquara que tem ponto de acesso próximo a rodoviária de Apucarana. A administração do terminal rodoviário da cidade passou a ser de responsabilidade da prefeitura, depois que o contrato de concessão de 10 anos com a iniciativa privada chegou ao fim. Para a prefeitura, o local não recebeu os investimentos necessários para acomodar aos passageiros com segurança e conforto, durante os embarques. A promessa é conversar o prédio, investindo na infraestrutura do terminal e gerar ações para intensificar o movimento de passageiros no local. As novas linhas da rodoviária foram comemoradas pelos usuários do serviço e comerciantes que possuem estabelecimentos pelo interior do prédio.

Novas linhas
A escolha de novas linhas urbanas integradas as plataformas de embarque e desembarque da rodoviária deve levar o fluxo de passageiros em consideração. Por outro lado, a frota da empresa que tem contrato em vigência garante que 90% de suas operações tem circulação na região de onde a rodoviária está instalada, o que significa que o mudança não impactaria de forma negativa na logística das viagens.