Conheça as cidades mais procuradas saindo da rodoviária de Salvador

festa junina em SalvadorMais de 150 mil baianos aproveitaram o feriado de quinta (15) para viajar pelo interior do Estado. Os dias 18 e 24 deste mês foram os mais movimentados da rodoviária de Salvador. Neste período, a Agerba (agência que regula os transportes públicos no estado) disponibilizou 1600 novos horários de ônibus, para atender a aumento no número de embarques. Os destinos mais procurados são as cidades de Amargosa, Cruz das Almas, Senhor do Bonfim, Conceição de Feira, Santo Antônio de Jesus, além das cidades litorâneas ao longo da BA-099 (Estrada do Coco).

No clima típico da festa de São João, os guichês da rodoviária de Salvador passaram a formar filas durante a véspera do feriado e no início do final de semana. Por isso, a recomendação é a mesma – comprar a passagem de ônibus com antecedência. Quem pôde pesquisar e reservar a poltrona pela internet, se deu bem retirando o bilhete antes de embarcar, de preferência, um dia antes da viagem para evitar tumulto no mesmo dia que for embarcar. O coordenador de fiscalização da Aberga explica que em dias de grande movimentação, como os que antecedem às festas de São João, o passageiro deve chegar a rodoviária com pelo menos 30 minutos de antecedência. “Passageiros que deixam para comprar a passagem de última hora enfrentam enormes filas, sem contar no engarrafamento da região por conta das obras do metrô”, alerta Abdul-Ramid.

Apesar das filas, o número de passageiros que deixaram a capital foi menor em relação ao ano passado, quando 177 mil pessoas embarcaram para curtir os festejos juninos. A seca prolongada é uma das explicações para baixa procura de viagens nesta época do ano. Além da crise econômica, que obrigou várias prefeituras do interior a cancelarem as famosas festas desta época do ano, prejudicando no fluxo de pessoas que se deslocam para estes locais. A rodoviária de Salvador opera regularmente 540 viagens por dia.

Segundo levantamento, as cidades que mais receberam desembarques neste período, foram:

  • Amargosa
  • Cruz das Almas
  • Santo Antônio de Jesus
  • Senhor do Bonfim
  • Irecê
  • Xique-Xique
  • Conceição de Feira
  • Piritiba
  • Santo Amaro
  • São Francisco do Conde
  • Itararé
  • Porto Seguro
  • Ilhéus
  • Itabuna
  • Juazeiro
  • Vitória da Conquista
  • Lençóis
  • Seabra

68 terminais rodoviários realizam a Campanha do Agasalho

campanha do agasalhoCobertores, edredons, mantas, agasalhos e outras roupas de frios. Se você tem alguma dessas peças sobrando em sua residência e mora na cidade de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, poderá participar da Doação de Agasalhos, promovido pelo terminal rodoviário da cidade. A companha começou neste mês de junho e vai até o dia 31 de julho. Até a data da campanha permanecer, caixas coletoras estarão disponíveis a população e os visitantes, nos corredores da Rodoviária de Ribeirão Preto. É importante que as peças para doação estejam limpas e em bom estado de conservação. A ideia e iniciativa é promovida pela Socicam – uma das maiores administradoras de terminais de passageiros rodoviários do país. Só em 2017, a administradora fará a ação em outros 67 terminais rodoviários do Brasil. Este já é o 19º ano que as rodoviárias da Socicam participam da ação para arrecadar agasalhos durante o inverno.

Além da grande quantidade de instituições envolvidas, a Socicam tem outros números para comemorar. Desde o início do projeto, em 1999, mais de 800 mil peças foram doadas por meio de entidades filantrópicas cadastradas pela própria empresa e outros canais de distribuição que solicitam inclusão no projeto. No ano passado, 44 instituições que amparam pessoas desabrigadas, receberam da ação promovida pelos terminais rodoviários do Brasil, 68 mil peças, entre roupas e cobertas. Nas rodoviárias de São Paulo, a campanha conta com o apoio da SPTrans (São Paulo Transporte) e do SPUrbanuss (Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Passageiros de São Paulo). Para fazer as doações, basta acessar o link http://www.socicam.com.br/sala-de-imprensa/campanha-do-agasalho-socicam e encontrar o local para doação, mais próximo de sua casa ou do trabalho. Para os paulistas, também é possível colaborar em terminais urbanos, veja o endereço:

Terminais Urbanos – São Paulo

Estação Alberto Lion, Estação Ana Nery, Estação Atlético do Ypiranga, Estação Nossa Senhora Aparecida, Estação Pedro Segundo, Estação Rua do Grito, Terminal A. E. Carvalho, Amaral Gurgel, Aricanduva, Bandeira, Carrão, Campo Limpo, Capelinha, Casa Verde, Grajaú, Guarapiranga, Jardim Ângela, João Dias, Lapa, Mercado, Parelheiros, Parque D. Pedro II, Penha, Pirituba, Princesa Isabel, Sacomã, Santo Amaro, São Mateus, São Miguel, Sapopemba, Tiradentes, Varginha, Vila Carrão, Vila Nova Cachoeirinha, Vila Prudente e Pinheiros.

Suspensão de linha clandestina prejudica rodoviária de Rio Negro

linha clandestinaA rodoviária de Rio Negro, no Paraná vive queda no número de passageiros e usuários do local, depois que a justiça autuou e impediu a circulação de passageiros saindo do terminal até Curitiba, com ônibus da viação Planalto Transportes. A empresa que é regularizada pela ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) para operar diversas linhas interestaduais do Brasil, não tinha concessão para recolher passageiros do terminal rodoviário de Rio Negro para desembarcar na capital paranaense. Através de uma operação de fiscalização, a Planalto foi impedida de continuar a operação – e o mais curioso é que o descontentamento foi generalizando, passando da empresa, aos passageiros, administração da rodoviária e até os comerciantes que trabalham no local.

Desde que a justiça proibiu as viagens, mais de mil passageiros perderam o transporte para deslocar até a capital, mensalmente. Segundo estimativa do gerente do terminal de Rio Negro, João Wieleski, se a situação não se regularizar com urgência, vários empreendimentos que ocupam as alas comerciais do prédio podem deixar o local. Um dos donos de uma lanchonete instalada na rodoviária há quase um ano revelou estar preocupado com a situação. “Desde que a fiscalização esteve por aqui, perdemos muitos passageiros. Já tenho um prejuízo de mais de 50 reais por dia. Se as coisas não melhorarem em duas semanas, vou ser obrigado a fechar as portas”, lamentou o comerciante. Além dos comerciantes, funcionários também temem perder o emprego depois da queda no número de embarques do terminal rodoviário.

Só no setor de limpeza e higienização, há três profissionais contratados, que atualmente estão sem trabalho por conta do movimento. A companhia Planalto Transportes tenta negocia junto aos órgãos competentes a regularização da linha, com ajuda da prefeitura e câmara de Rio Negro. Até que não haja outra decisão, os rio-negrenses terão de ir até a rodoviária de Mafra, em Santa Catarina, para desembarcar em Curitiba. As cidades estão a 11 quilômetros de distância.