Terminal rodoviário de Diamantina custará R$ 48 milhões

terminal rodoviárioA região do Alto Jequitinhonha vai receber uma das obras públicas mais caras das últimas décadas. O local irá abrigar a nova rodoviária de Diamantina. Assinado pelo governo estadual, o Termo de Cooperação Técnica viabilizará inventivos públicos e privados na ordem de R$ 48 milhões para a construção do novo complexo rodoviário da cidade. Para tirar o projeto do papel, o prefeito de Diamantina pretende contar com a Unidade Central de PPP da Secretaria do Estado de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais. Só depois de ter todos os laudos técnicos aprovados é que a prefeitura poderá abrir o edital de concorrência para execução da obra tão aguardada pela população.

A vinda do novo terminal rodoviário de Diamantina também deve colaborar diretamente com o fortalecimento do turismo local, incentivando a recepção de viajantes de diversas regiões do Brasil, em uma das cidades mineiras onde o turismo regional tem grande representatividade. No projeto apresentado pela prefeitura de Diamantina, há previsão de construção de vagas cobertas para os veículos de transportes. No total, serão construídas 99 vagas, sendo que 60 delas terão cobertura. Há também a expectativa de um grande complexo comercial, integrado por lojas comerciais e uma moderna praça de alimentação, com serviços especiais para passageiros com mobilidade reduzida.

A prefeitura também quer ampliar as propostas de prestação de serviços com a criação de vários setores dentro e fora do terminal rodoviário. A obra promete servir de modelo para as demais cidades do estado mineiro, aliando infraestrutura voltada a sustentabilidade de operação com a funcionalidade que o modal necessita (lembrando que o espaço irá atendar os passageiros que dependem do transporte coletivo da cidade e das linhas interestaduais responsáveis pelas viagens de ônibus de longa distância). Para o poder público, a parceria com ajuda financeira de entidades particulares é a solução para reparo de diversos problemas enfrentados pela população, no transporte e outros setores, em meio a crise financeira que acomete o Brasil.